
Ao ser abordada por um paciente às vésperas de iniciar sua análise, o analista se distingue da função de conhecido, vizinho... Também não existe hierarquia.
O discurso apontado pelo paciente muitas vezes acompanhado pela vergonha, é natural, visto que a vergonha está ligada a um sentimento de " perda do seu segredo". Estar em relação ao olhar do outro é de fato um constrangimento porém suas questões devem ser postas na análise para que seu sofrimento existencial mesmo que mais ousados, diversificados se transforme em um ato de reconhecimento, em um processo de descobertas.Um tratamento é singular. Cada caso é singular. É sempre como se fosse o primeiro paciente a iniciar uma análise.
"A psicanálise não visa suprimir os sintomas" ( Freud 1926:256) mas sim chegar ao fim das resistências do sujeito.
Não desejamos impor ou colocar o sujeito de acordo com nossas posições e opiniões, mas sim auxilia-lo com limites, confrontos internos durante a escuta com formas, critérios, responsabilidade e ética.
O seu bem estar psicológico é a ideologia de saúde mental.
Nenhum comentário:
Postar um comentário